Quem sou eu

Minha foto

Nanda e uma garota cadeirante muito sinpatica,  tem uma grande alegria  de viver. 
adora nataçao  e dança e adora fazer  novas amizades,  o sorriso faz  parte da sua vida.
seu  sorriso e contagiante, ama  a vida   que e o dom mais precioso de Deus.         

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Minhas Fotos


terça-feira, 8 de junho de 2010


Sonhe apesar das desilusões. Caminhe apesar dos obstáculos. Lute apesar das barreiras. E acima de tudo acredite em você mesmo"!!!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Fernanda e a Aquarela

Fernanda e a Aquarela


Pinte seu autorretrato

Numa cadeira de rodas.

Pinte a roupa e o sapato

No estilo da última moda.


Pinte também a casinha

Toda cheia de graça,

Com portas e janelinhas

E a chaminé com fumaça.


Pinte o céu azul,

Pinte tudo que lhe convém,

Estrelas do norte ao sul

E o arco-íris também.


Pinte uma rosa encarnada

Ao lado de um girassol,

E uma nuvem dourada

Por cima do por do sol.


E na aquarela da vida,

Se alguma tinta faltar,

Pinte com a tinta do verde,

Do verde do seu olhar.


Carlos Cacau Duarte

segunda-feira, 29 de março de 2010

Depoimento de Fernanda


-->
eu nome é Fernanda Soares Costa, tenho 25 anos e fui alvo de um erro medico, o qual me trouxe sérios danos no corpo. Minha mãe era Rh negativo e o meu pai era positivo e tiveram um filho que nasceu normal. Eu fui gerada alguns anos depois e após seis meses de nascimento, os médicos descobriram que eu tinha paralisia cerebral.
O laboratório que fez exames em minha mãe não informou que ela era Rh negativo e que correria riscos no nascimento do segundo filho e conseqüentemente ela não tomou a vacina necessária nesse caso.
O meu pai entrou em choque e depois em depressão que ate hoje não foi curada, ele se conforma, mas não aceita como deveria.
Sou cadeirante, estudei na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, APAE, onde fiquei ate os 18 anos. Tive contato com jovens que tinham vários problemas e inclusive o meu. Foi uma superação eu aprender a ler e a escrever, pois lá uma professora disse para minha mãe não me dar lápis porque eu nunca poderia escrever.
Hoje eu sei mexer no computador, estudei em uma escola regular, faço natação e quero fazer balé, que é o meu sonho, apesar de minha cidade não possuir uma escola de dança especializada para pessoas especiais.
Eu agradeço a Deus, pois vivo uma vida normal em uma sociedade que ainda é preconceituosa e também agradeço a minha mãe por ela nunca desistir de mim e me dar forças dia após dia e me mostrar que eu sou capaz de superar os desafios da vida que são grandes, mas não impossíveis.